terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A dependência de Deus


Esse é o único caminho para a cura interior!


Queridos irmãos, primeiramente quero glorificar ao Senhor Jesus e agradecê-lo por tão maravilhoso que Ele é! Oro para que esse texto te conforte, edifique e transforme, em nome de Jesus.
Neste artigo, estaremos analisando a maravilhosa Palavra do Senhor, mais precisamente o Salmo 13, no qual o Senhor nos revela tesouros e pérolas extraordinárias emanadas da parte de Deus.
De início, começo afirmando que a nossa salvação em Cristo Jesus nos garante a vida eterna com Deus, mas, ainda assim, precisamos permitir que Jesus cure as feridas que porventura venham a existir em nossas almas.
Quero dividir a análise do Salmo 13 em três partes, as quais verificaremos minuciosamente, quais sejam: (1) A nossa humanidade é frágil e limitada; (2) O verdadeiro socorro vem de Deus e (3) A profunda confiança em Deus traz paz, alegria e adoração.
A nossa humanidade é frágil e limitada
O primeiro versículo do Salmo 13 diz o seguinte: “Até quando Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto?”. Queridos irmãos, é bem verdade que o sofrimento contínuo traz profundo desespero e angústia. Assim como Davi, desejamos profundamente que a dor cesse, e também por muitas vezes bradamos: Até quando Senhor?. Não é raro que nossos corações, enganados pelo desespero, venham a acreditar que estamos desamparados por Deus, quando gritamos: Esquecer-te-ás de mim para sempre?”. Quantas vezes, cada um de nós, cegos e perdidos em nossas dores e confusões pensamos que Deus simplesmente se esqueceu de nós? Chegamos ao ponto de até pensar que Deus não ouve mais nossas orações, e clamamos como Davi: Até quando ocultarás de mim o rosto?.
Esses são sentimentos que retratam nossa frágil e limitada humanidade, e não foi à toa que o Espírito Santo de Deus, de forma divina, direcionou Davi na escrita desse texto, para que víssemos que, assim, como Davi, somos humanos, frágeis e limitados!
O segundo versículo nos ensina de maneira tremenda que devemos nos despir de nossas defesas diante de Deus: “Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração a cada dia? Até quando se erguerá contra mim o meu inimigo?”.
Amados servos de Jesus, diante de Deus não cabem máscaras ou álibis. Não cabe autossuficiência diante de Deus! Somos pó diante do Deus Todo-Poderoso! Como poderíamos achar que nossas máscaras e papéis convenceriam a Deus de alguma forma? Davi fala sinceramente o que aflige a sua alma, sem desculpas ou frases de efeito. Ele diz: Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração a cada dia?”. Precisamos falar para Deus nossas dores. E isso dói! É colocar o dedo na ferida. Mas a ferida só sara quando o pus é expurgado. Irmãos, o primeiro passo para cura interior é: devemos colocar nossas dores, traumas e angústias diante de Deus. Fale para Jesus o que te perturba e machuca. Permita que Ele entre naquele quartinho escuro dentro do seu coração, e possa trazer luz à sua alma!
O verdadeiro socorro vem de Deus
 Após Davi rasgar seu coração na presença de Deus, ele clama pela providência de Deus, pois só Ele é que é Todo-Poderoso! Davi direciona a sua oração ao seu Deus, e isso é extraordinário, pois revela intimidade com Deus. Não se trata de um Deus, ou o Deus, mas do meu Deus! “Atenta para mim, responde-me, Senhor, Deus meu!” (v. 3a).
Deus é quem provê luz em meio à escuridão e ilumina nossa mente e emoções: “Ilumina-me os olhos” (v. 3b). A oração de Davi continua com o clamor para que Deus mantenha viva a sua esperança: “para que eu não durma o sono da morte” (v. 3c).
Ainda falando com Deus, Davi nos ensina que é a ordem de Deus que determina a vitória em nossas batalhas! Veja, a dependência de Deus é a chave para a cura de nossas almas, para que vençamos o que nos aflige: “para que não diga o meu inimigo: prevaleci contra ele” (v. 4a). Queridos filhos de Deus, com a providência e dependência de Deus não vacilamos em nós mesmos! “e não se regozijem os meus adversários, vindo eu a vacilar” (v. 4b). Com Deus, não vacilamos em nós mesmos, na chuva de angústias, rejeições, pensamentos confusos e traumas. Com Deus somos poderosos nas regiões celestes, pois lá já fomos abençoados: Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”. (Ef. 1:3)
A profunda confiança em Deus traz paz, alegria e adoração
Que coisa maravilhosa! A fé genuína na Graça de Deus produz grande alívio e regozijo! “No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação” (v. 5). Irmãos, Precisamos decidir confiar em Deus. Peçamos fé! Peçamos que o autor e consumador da nossa fé, avive a nossa fé e nos faça crer, porque a certeza da providência de Deus enche nosso coração de alegria!
Por fim, constatamos que a adoração é a evidência de um coração rendido e quebrantado! Adoração é gratidão e comunhão com Deus, veja: Cantarei ao Senhor” (v. 6a). O Senhor muda nossa História! Nos faz bem, porque somos seus! Aleluia! Porquanto me tem feito muito bem” (v. 6b). No mundo espiritual, estamos no centro da palma da mão de Deus! Se você é filho de Deus, Satanás não pode tocar em um único fio de cabelo seu. O que ele faz é lançar mentiras em nossas mentes, e, quando você acredita, você mesmo é que se implode! Creia na verdade de Deus amado irmão! Ninguém pode tocar em você! Você já é vencedor em Cristo Jesus!
Oro a Deus que o Senhor Jesus fale tão poderosamente com você como falou comigo, e que Ele seja honrado e glorificado a cada instante, por ser tudo em nossas vidas! Converse abertamente com Ele! Peça a sua providência! Creia e o adore! E você verá a glória de Deus te inundando e fortalecendo, sabe por quê? “Então, Ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” 2 Co 12:9a
Que Deus te abençoe poderosamente, em nome do Amado de nossas almas: Jesus Cristo, o nazareno!
Graça e Paz!
Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa
Fonte: Artigo escrito e publicado no GospelPrime.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A letra é que mata!

Então pra que estudar a Bíblia?


É comum e até corriqueiro que alguns irmãos digam com pulmões cheios que aquele que se dedica ao estudo mais aprofundado das Escrituras vai acabar “inchado”, ou até mesmo desviará da fé, afinal, a letra mata, e o que vivifica é o espírito!
O texto das Escrituras utilizado como fundamento para esta rotineira declaração está em 2 Co 3:6, que diz: “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica”.
Mais uma vez, precisamos ter bastante cuidado ao analisarmos o real significado dos textos sagrados. Devemos nos lembrar que a própria Bíblia se explica, não devendo ser inseridos significados que o próprio texto não contém.
Confesso que ao ler esse texto, e com a ideia encucada de que estudar as Escrituras de forma profunda acabaria me matando (matando a minha fé), uma dúvida não deixava de surgir em minha mente: mas por que será que Paulo, um dos maiores estudiosos das Escrituras, diria isso?
Analisaremos de forma cuidadosa e responsável, o que, de fato, esse maravilhoso versículo diz. De início, vamos entender a primeira parte do versículo: “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança” 2 Co 3:6a. Desse fragmento do versículo aprendemos que fomos constituídos ministros, ou seja, representantes de uma nova aliança. Ora, se há uma nova aliança, é porque também há uma aliança antiga.
Nesse sentido, e sabendo que a nova aliança é Cristo, constatamos que fomos constituídos como representantes dessa nova aliança, ou seja, representantes de Cristo. Veja o que diz a Epístola aos Hebreus: “Por isso mesmo, ele é Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados”. Hb 9:15.
Mas então qual seria a aliança antiga? A aliança antiga é a aliança mosaica, ou seja, a aliança da lei.
Continuando o mergulho no texto de 2 Co 3:6, constatamos que não somos ministros da aliança da letra, mas do espírito: “O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito(…)” Daí concluímos que a aliança antiga, da qual não somos ministros, é a aliança da letra, ou seja, a aliança da lei! Por conseguinte, a nova aliança, ou seja, a aliança em Cristo é que é a aliança do espírito, da qual somos ministros.
Finalmente, chegamos à famigerada frase: porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
Essa assertiva é, na verdade, a conclusão do versículo. De fato, a letra (aliança antiga – aliança da lei) mata! E o próprio Apóstolo Paulo confirma isso ao escrever aos Romanos: “Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri”. Rm 7:9. Além disso, a própria lei trazia a pena capital, veja: Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera”. Lv 20:10
No mesmo capítulo (2 Co 3), o Apóstolo Paulo confirma que a aliança da letra é a aliança mosaica: “Estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações”. 2 Co 3:3
Por outro lado, a aliança em Cristo extirpa toda e qualquer condenação de morte, porque o preço pelo pecado já foi pago! Essa verdade também foi escrita na Epístola aos Romanos: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Rm 8:1
Irmãos, vejam que coisa espetacular! O que esse versículo (2 Co 3:6) está dizendo é que a aliança antiga, ou seja, a aliança da lei (aliança da letra) mata, mas que a nova aliança, ou seja, a aliança em Cristo (aliança do espírito) vivifica!
Não há absolutamente qualquer fundamento bíblico em afirmar que esse texto, de alguma forma, está afirmando que não devemos nos aprofundar no conhecimento das Escrituras. Como poderia o fato de conhecer mais a Deus me afastar Dele? Não faria o menor sentido!
Curve seu coração diante das Escrituras. Estude-as com afinco e humildade. Entregue-se ao Espírito Santo e seja cheio da sabedoria e do pleno conhecimento de Deus.
Que Deus te abençoe!
Grande Abraço,
Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa

Fonte: Artigo escrito por mim no GospelPrime

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Também quero a unção dobrada de Elias


É preciso ter cuidado ao interpretar textos do Antigo Testamento a partir de uma visão pentecostal.


O princípio básico para se entender verdadeiramente um texto das Escrituras é não inserir nesse texto aquilo que o próprio texto não diz. Infelizmente, há aqueles que erroneamente defendem que a Bíblia pode ter mais de uma interpretação. Isso não é verdade. A Bíblia pode até ter mais de uma aplicação, mas apenas uma única interpretação.
Nesse sentido, quero tratar nesse artigo do texto elencado no segundo livro dos Reis, texto que Eliseu pede porção dobrada do espírito de Elias: “Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim”. 2 Rs2:9
Esse texto é comumente interpretado como se o profeta Eliseu estivesse pedindo uma quantidade dobrada do espírito do profeta Elias, ou mais, como se Eliseu estive pedindo o dobro da unção de Elias. Essa é uma interpretação extremamente equivocada. É que essa visão de “unção dobrada” é uma visão pentecostal, conhecida e vivida apenas após a descida do Espírito Santo em Pentecostes. Não estou dizendo que o Espírito Santo não agia no Antigo Testamento, mas que essa ideia de unção dobrada só pode ser entendida depois do Pentecostes.
Eu creio na manifestação dos dons do Espírito Santo, mas não se trata, neste caso, do pedido de Eliseu. Explico: um texto do Antigo Testamento, com exceção dos textos messiânicos e proféticos, deve ser interpretado à luz das Escrituras e da verdade revelada por Deus à época em que esse texto foi escrito.
Veja, a que espírito de Elias o profeta Eliseu se referia? Era o Espírito Santo? Certamente que não, visto que o Espírito Santo não era conhecido à época do Antigo Testamento, confirme revelado no Novo Testamento. Mas então que espírito era esse? Eliseu se referia ao espírito de profeta, ou seja, o espírito por meio do qual o homem de Deus desempenhava seu ministério profético. Eliseu não tinha a revelação da abrangência da ação do Espírito Santo, como a temos hoje.
Ora, se Eliseu não queria unção dobrada, então o que ele queria? Eliseu, quando pede porção dobrada do espírito de Elias, está pedindo para ser sucessor de Elias em seu ministério profético. Por que Elias diria que Eliseu estava fazendo um pedido difícil se o pedido estivesse se tratando de unção, visto que não há dificuldade para Deus abençoar seus filhos? Na verdade, Elias sabia a dificuldade do ministério profético e queria a aprovação de Deus: “E disse: Coisa difícil pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará, porém, se não, não se fará”. 2 Rs 2:10
No contexto do Antigo Testamento, via de regra, o sucessor das funções familiares era o primeiro filho, ou seja, o primogênito. Ocorre que era devido àquele que seria o sucessor porção dobrada da herança deixada aos outros filhos: Mas ao filho da desprezada reconhecerá por primogênito, dando-lhe dobrada porção de tudo quanto tiver; porquanto aquele é o princípio da sua força, o direito da primogenitura é dele. Dt 21:17
Assim, Eliseu está se colocando, quanto ao ministério profético de Elias, na posição de seu primogênito, ou seja, seu sucessor. O que Eliseu estava pedindo a Elias era para ser seu sucessor no ministério profético, o que foi autorizado e chancelado por Deus.
Lembre-se: devemos ter cuidado ao analisar textos do Antigo Testamento sob a ótica pentecostal apresentada e ratificada apenas com o advento do Espírito Santo, a partir de Pentecostes.
Grande Abraço,
Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa
Fonte: GospelPrime. Esse texto foi escrito por mim e publicado no GospelPrime.

sábado, 31 de dezembro de 2016

Virada do ano. 7 ondinhas e roupa branca, pode?


“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Jo 8:32

Queridos irmãos, longe de querer espiritualizar tudo, não podemos, por outro lado, desdenhar as questões espirituais. De forma avassaladora, a ignorância tem levado muitos ao sofrimento, ao afastamento de Deus, à idolatria e toda espécie de abominações segundo os parâmetros do Senhor.

Nessa última mensagem de 2016, quero tratar de algumas tradições bem presentes na cultura brasileira relacionadas ao ano novo, inclusive, algumas delas, praticadas por irmãos em Cristo.

Não é novidade para ninguém que, no Brasil, há a velha tradição de se pular 7 ondinhas na praia quando o relógio marca meia-noite do dia 31/12 para 01/01. Mas qual a origem e significado desse ritual?

Vamos lá. A primeira coisa a ser dita é que esse ritual está direcionado à Iemanjá. Iemanjá é a divindade associada à água salgada no Brasil. É a mãe dos outros orixás. Geralmente é representada sob a forma de sereia: cabeça, tronco e busto femininos e apêndice caudal de peixe. Sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, das Candeias, do Carmo ou da Piedade, recebe oferendas rituais levadas ao mar por embarcações. Seus alimentos sagrados são o pombo, a canjica, o galo e o bode castrado. Dança vestida de azul, imitando o movimento das ondas do mar.

Esta entidade está associada à prática de rituais ligados à Umbanda. Mas por que 7 ondas? Segundo a seita em questão, 7 é um número que representa Exu, filho de Iemanjá. Além disso, quando se pula as 7 ondas no mar, invoca-se os poderes de Iemanjá para abrir caminhos para o próximo ano.

Ora irmãos, clarividente é que esse ritual se trata de adoração a demônios, contrariando os preceitos e mandamentos de nosso Senhor Jesus! O próprio Apóstolo Paulo nos ensinou que o que é oferecido a ídolos, é oferecido a demônios: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”. 1 Co 10:20

Não pratique essa adoração a demônios! Iemanjá trata-se de um demônio! Adore apenas ao Senhor Jesus, pois só Ele é Deus e digno de adoração!

A segunda tradição que desejo tratar nesse breve ensaio é a prática de se vestir roupas brancas na virada do ano, algo até inofensivo, à primeira vista. Mas qual a origem e significado dessa tradição?

A tradição de se usar branco durante o réveillon veio do Candomblé. Isso porque em meados dos anos 1970 alguns praticantes da religião, que tinham o costume de comemorar a virada do ano da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, usavam a cor branca como representação da paz e da purificação enquanto jogavam flores para Iemanjá, a rainha do mar, segundo a cultura. 

Dado a grande influência católica no povo brasileiro, e considerando o intrínseco sincretismo religioso que há entre o catolicismo e o candomblé, muitos evangélicos que se converteram do catolicismo ainda carregam a cultura de vestir o branco, de forma supersticiosa, na virada do ano.

Irmãos, Jesus veio para nos libertar de todo e qualquer cativeiro! Precisamos estar atentos para que não venhamos a estar em práticas ligadas a demônios por pura ignorância ou superstição.

Você não precisa pular 7 ondas, o que você precisa e dobrar seus joelhos e agradecer a Jesus por tudo que Ele é e por tudo que Ele fez por você! Agradeça pelo ano de 2016 e entregue o ano de 2017 nas mãos do Amado de nossa alma, nosso Senhor Jesus!

Você não precisa usar roupas brancas de forma supersticiosa na virada de ano. Veja, não que seja proibido você usar qualquer coisa, afinal, Jesus nos tornou livres. O que não pode é que haja no seu coração a ideia de que isso te trará “sorte” ou tenha algum poder quanto ao ano seguinte.

Queridos, libertem-se das tradições internalizadas em épocas distantes de Jesus. Ademais, Paulo nos ensina que devemos nos apartar de toda e qualquer aparência do mal: Abstende-vos de toda a aparência do mal. 1 Ts 5:22

Veja, você já foi vestido de vestes resplandecestes lavadas pelo sangue de Jesus: “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos”. Ap 3:5. Você já venceu e, no mundo espiritual, já está purificado em Cristo

Oro a Deus que, em 2017, você seja mais cheio do Espírito Santo e que o conhecimento de Deus tome conta de sua vida, para que possamos adorar ao nosso Senhor Jesus com todas as nossas forças, amando-O, honrando-O, louvando-O e prostrando-nos a Ele por ser o nosso Deus: “Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus; Corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo; Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz; O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados”; Cl 1:9-14

Tenham todos um excelente 2017!

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Jo 14:6

Grande Abraço,


Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

A glória da segunda casa será maior do que a da primeira


Mas será que a Bíblia diz mesmo isso?


Já perdi a conta de quantas vezes ouvi pregadores sinceros declararem com todo fervor que “A Glória da Segunda Casa Seria Maior do que a da Primeira”.
O intrigante é que esta famosa declaração é utilizada para os mais diversos fins, desde um novo casamento, um novo emprego, uma nova casa (literalmente) ou até mesmo um novo empreendimento ou uma nova cidade onde se vá morar. Encontramos até diversos louvores com essa afirmação. Mas será que a Bíblia realmente traz, em algum lugar, essa assertiva?
Vamos à análise do trecho da Palavra do Senhor que, ao ser utilizado de forma distorcida, dá origem a uma das mais famosas exclamações presente nos púlpitos brasileiros. O texto em comento está em Ageu 2:9, o qual diz o seguinte: A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos”. Identificamos, de pronto, que a frase: “A Glória da Segunda Casa Seria Maior do que a da Primeira” está fadada a diversos equívocos. Vejamos:
A sã Exegese nos ensina que devemos entender o contexto histórico em que determinado livro foi escrito, bem como seu estilo literário. No caso em questão, o livro de Ageu trata-se de livro profético, e isto já nos traz à mente que devemos interpretá-lo como tal. Ademais, Ageu escreve seu livro em uma época em que o templo estava sendo restaurado.
Além disso, o termo hebraico traduzido neste versículo como casa – ניח – tem como melhor tradução a palavra: templo.
No contexto do Antigo Testamento, o templo significava o local onde Deus manifestava a Sua Glória, e assim foi com o Templo que Salomão edificou a Deus: “Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa. Os sacerdotes não podiam entrar na Casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a Casa do Senhor. 2 Cr 7:1-2.
 Assim, o significado bíblico de templo, segundo o contexto do Antigo Testamento, no qual o profeta Ageu estava inserido, era o local onde Deus manifestava a sua Glória.
Outro ponto interessante é que o texto bíblico em nenhum momento fala de “segunda” casa, mas sim da “última” casa. Mas por que será? Ora, segundo o real significado do termo “casa/templo”, o profeta Ageu está dizendo que a Glória do último templo seria maior do que a do primeiro.
E é agora que surge o de mais maravilhoso nesse texto: o profeta Ageu estava falando de Jesus Cristo! Esse é mais um maravilhoso texto messiânico do Antigo Testamento. Explico: é que o último e maior templo por meio do qual Deus manifestou a Sua Glória foi Jesus Cristo, e Ele mesmo testificou isso: “Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei”. Jo 2:19. Nesse texto, Jesus estava falando de si mesmo, o que de fato se cumpriu, visto que morreu e ressuscitou ao terceiro dia.
Assim, o último templo, no qual a glória seria maior do que a do primeiro, é Jesus Cristo! Em um momento em que a nação de Israel sonhava com o retorno da Glória de Deus por meio da reconstrução do templo, o profeta traz a maravilhosa mensagem do Senhor de que, na verdade, viria o último templo, por meio do qual a Glória de Deus se manifestaria de forma nunca vista, e esse templo é o nosso Senhor Jesus!
Ao contrário do teor que muitos empregam a esse texto de Ageu, a verdade é que se trata de um texto profético e messiânico, apontando para o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo.
É muito perigoso o hábito de isolar um versículo específico da Bíblia e inferir interpretações diversas do que aquilo que o texto realmente quer dizer. A Hermenêutica nos ensina que a Bíblia se explica, ou seja, a própria Bíblia traz o significado de suas passagens, por meio de textos correlatos e explicativos.
Queridos irmãos, instituir doutrinas a partir de versículos isolados tem dado origem a muitas heresias, de onde se extrai a máxima: “texto sem contexto é pretexto para heresia”.
Que nosso Senhor nos abençoe e gere em nossos corações a responsabilidade para com o verdadeiro significado das Escrituras.
Grande Abraço,
Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa
Fonte: GospelPrime
P.S.: Esse artigo foi escrito por mim e publicado no Gospel Prime.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Então é Natal: E o dono da festa? Não foi convidado...



Queridos irmãos, infelizmente, dado os conceitos da pós-modernidade, muitos de nossos valores cristãos estão sendo substituídos por um mundo totalmente inimigo de Deus. Não precisamos ir muito longe para identificar essa triste realidade, basta olhar para a Páscoa e para o Natal, os dois maiores e mais notáveis eventos do Cristianismo.

Este mundo vive um completo distanciamento de Deus, a ponto de tudo aquilo que é ligado a Cristo ter que, necessariamente, ser relativizado, minimizado ou até mesmo substituído por qualquer outra coisa que não tenha relação com Jesus.

A Páscoa não é mais comemorada, em muitas culturas, como o evento maior do Plano de Deus: a Ressurreição de Cristo; sendo tão somente um coelho mutante que põe ovos de chocolate, alimentando um conceito mercadológico cada vez mais voraz.

De modo semelhante, Jesus, em muitas casas e famílias, deixou de ser o centro do Natal, dando lugar ao Papai Noel e à árvore de natal. A título exclusivamente elucidatório, permita-me fazer um interlúdio para explicar a origem dessas duas figuras. O tal do Papai Noel tem origem, segundo a lenda, em um bispo da Igreja Católica de nome São Nicolau de Mira, que viveu no século IV d.C. na região da Turquia, o qual costumava dar presentes àquelas criancinhas que tinham se comportado bem durante o ano.

Já a malfadada árvore de natal tem origem na Babilônia, região dominada pela idolatria e pelo misticismo. Para este e outros povos pagãos, a árvore de natal era uma forma de celebrar a mãe terra em sintonia com os céus, e as “bolinhas” de enfeite celebravam a fertilidade da natureza. Veja que Papai Noel e árvore de natal não têm absolutamente nenhuma relação com Cristo.

Findo o interlúdio, voltemos ao tema principal: Jesus tem sido esquecido por essa sociedade avessa a Deus e perdida em si mesma. Ora, Natal é a comemoração do nascimento de nosso Salvador! Como outrora avisado por Deus, o nosso Redentor viria para nos reconciliar com Deus, anulando o peso e o poder do pecado em nossas vidas, e Ele veio: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Isaías 9:6.

Não podemos realizar uma festa de aniversário sem convidar o aniversariante! Isso seria, além de ingrato, algo que beira a insanidade. Onde já se viu comemorar o aniversário de alguém sem que esse alguém seja ao menos citado?

Nesse natal, não perca a oportunidade de falar de Jesus, afinal, Ele é o dono da festa! E Ele é um aniversariante tão esplendoroso que nós é que somos os presenteados! Ele é a razão de toda alegria e felicidade que habita em nossos corações. Jesus Cristo é tudo!

Queridos irmãos, não esqueçam também de agradecê-lo por tudo o que Ele fez por cada um de nós naquela cruz, e foi porque Ele um dia nasceu, morreu e ressuscitou que podemos dizer bem alto e forte: Eu sou filho de Deus!

Muita paz, felicidades, alegria e, sobretudo, muita presença e intimidade com o dono da festa: Jesus Cristo de Nazaré, pois sem Ele não há nem paz, nem felicidades, tampouco alegria, mas com Ele há tudo isso e muito mais: há Salvação!

“Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Romanos 5:17

Grande Abraço e um Feliz Natal!


Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A profecia que mata


Fonte: Gospel Prime



Nos dias atuais o tema “Profecia” está muito em voga. Há pessoas no meio evangélico que nem mais congregam em uma igreja local; vivem de igreja em igreja correndo atrás de “profetas”, guiando suas vidas por profecias, tratando-as como verdade absoluta, afinal, muitas dessas profecias são anunciadas por homens com verdadeiro testemunho cristão. Mas será que isso é suficiente? Faremos uma análise minuciosa do capítulo 13 do livro I Reis, e veremos os cuidados que precisamos tomar quando o tema é profecia.
O texto em tela trata de um homem de Deus (é assim que a Bíblia o retrata) que fora enviado de Judá para Betel, cidades estas que ficavam cerca de 33 km de distância uma da outra. Esse Homem havia sido enviado por Deus para profetizar acerca do que aconteceria com a nação, bem como com os seus sacerdotes.
Na análise desse texto, vou abordar três eixos principais, quais sejam: (1) O Homem de Deus como Profeta; (2) A Responsabilidade do Profeta Velho e (3) Postura ao Ouvir uma Profecia.

O Homem de Deus como Profeta

É importante iniciar esse tópico com a afirmação de que as Escrituras testificam que aquele homem, de fato, era um homem de Deus: “E eis que, por ordem do SENHOR, veio, de Judá a Betel, um homem de Deus; e Jeroboão estava junto ao altar, para queimar incenso”. I Rs 13:1. Assim, precisamos entender que quem diz se determinado profeta é ou não um verdadeiro homem de Deus são as Escrituras e as diretrizes emanadas pela Palavra.
Ademais, o verdadeiro profeta de Deus tem suas palavras, então profetizadas, cumpridas em determinado momento. Nessa ocasião, o homem de Deus profetizara que os ossos daqueles sacerdotes instituídos por Jeroboão, sacerdotes estes sem qualquer temor diante de Deus, que tampouco pertenciam à linhagem de Levi (requisito obrigatório ao sacerdócio no Antigo Testamento) seriam queimados por um rei que seria levantado por Deus, de nome Josias: “E ele clamou contra o altar por ordem do Senhor, e disse: Altar, altar! Assim diz o Senhor: Eis que um filho nascerá à casa de Davi, cujo nome será Josias, o qual sacrificará sobre ti os sacerdotes dos altos que sobre ti queimam incenso, e ossos de homens se queimarão sobre ti”. I Rs 13:2.
Ora, de fato, tal profecia se cumpriu. Vejamos: “E, virando-se Josias, viu as sepulturas que estavam ali no monte; e mandou tirar os ossos das sepulturas, e os queimou sobre aquele altar, e assim o profanou, conforme a palavra do Senhor, que profetizara o homem de Deus, quando anunciou estas palavras”. II Rs 23:26
Veja, assim aprendemos que quando uma profecia vem da parte de Deus, necessariamente ela se cumprirá. Esse é um dos filtros que devemos adotar quanto às profecias recebidas. Se for de Deus, então se cumprirá! Simples assim.
Além disso, é importante que o homem de Deus tenha bastante cuidado com o que lhe é ofertado, seja pelo mundo, seja por irmãos em Cristo. É que se o profeta estiver voltado à oferta, há grande risco de que seu coração se corrompa. Veja, no caso em questão, o homem de Deus rejeitou a oferta do rei Jeroboão, depois de demonstrar poder da parte de Deus ao profetizar, realizar um sinal de que falava pela boca de Deus e orar para que a mão do rei fosse sarada. Após realizar esses feitos, Jeroboão lhe oferece uma recompensa, que é prontamente rejeitada: Então respondeu o rei, e disse ao homem de Deus: Suplica ao Senhor teu Deus, e roga por mim, para que se me restitua a minha mão. Então o homem de Deus suplicou ao Senhor, e a mão do rei se lhe restituiu, e ficou como dantes. E o rei disse ao homem de Deus: Vem comigo para casa, e conforta-te; e dar-te-ei um presente. Porém o homem de Deus disse ao rei: Ainda que me desses metade da tua casa, não iria contigo, nem comeria pão nem beberia água neste lugar. I Rs 13:6-8.
Portanto, o homem de Deus precisa tomar muito cuidado com o que lhe é ofertado, guardando seu coração. Não que oferta não seja de Deus. O que a oferta não pode virar é uma recompensa; nesse caso deixa de ser oferta e passa a ser pagamento. Cuidado!

A Responsabilidade do Profeta Velho

Nesse ponto quero trazer à baila a responsabilidade dos profetas mais velhos do Senhor. No caso descrito nesse capítulo da Bíblia, o homem de Deus havia deixado claro que a ordem do Senhor era para que ele não comesse nem bebesse naquele lugar, e que não voltasse pelo mesmo caminho. E ele mesmo, o homem de Deus, tinha plena consciência disso, até que, ao descansar embaixo de uma árvore, aparece um homem que o convida para comer em sua casa. De pronto, o homem de Deus, mais uma vez recusa o convite do desconhecido.
Em seguida, aquele homem diz o seguinte: “E ele lhe disse: Também eu sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo à tua casa, para que coma pão e beba água (porém mentiu-lhe)”. I Rs 13:18.  Ao ouvir que quem lhe falara também era profeta, o homem de Deus flexibiliza a ordem do Senhor e cede ao convite.
Talvez aquele pedido tenha sido visto pelo homem de Deus como um cuidado do Senhor, afinal ele estava sem comer e sem beber, depois de uma viagem de no mínimo 33 km a pé ou de jumento. O que precisamos aprender é que a Palavra do Senhor deve sempre ser seguida, ainda que as credenciais daqueles que nos falam sejam incontestáveis e independentemente da dor que estejamos sentindo! O homem de Deus tinha uma Palavra expressa da parte do Senhor, nós também a temos hoje, a Bíblia Sagrada. Não deixemos a Palavra do Senhor de lado, vislumbrados pelas credenciais de quem fala conosco, ainda que, aparentemente, fale em nome de Deus.
O profeta velho tinha a responsabilidade de falar a verdade, de falar em nome do Senhor. Ao invés disso, ele mente. Essa mentira gera a morte do homem de Deus, que desobedeceu ao Senhor em função da falsa profecia do profeta velho. Irmãos, se uma falsa profecia tem o poder de matar um homem de Deus, quiçá um fraco na fé ou um novo convertido! Os profetas mais experientes têm a responsabilidade de preservar a Palavra do Senhor em seu meio!

Postura ao Ouvir uma Profecia

Finalizando, quero deixar algumas orientações quanto à qual deve ser nossa postura ao ouvir uma profecia. Primeiramente, não devemos desprezar as profecias. Precisamos tomar cuidado para que nossos corações não se fechem ao que é profetizado: “Não desprezeis as profecias”. 1 Ts 5:20. Em seguida, temos que ter cravado em nossos corações que é a Palavra de Deus a única autoridade para confirmar uma profecia, ou seja, se determinada profecia contraria a Palavra de Deus deve ser imediatamente descartada! Nunca aceite uma profecia que não passe pelo crivo da Palavra do Senhor.
Outro ponto que deve ser observado é que as profecias precisam ser julgadas! Ora, se a profecia precisa ser julgada é porque ela não é absoluta em si mesma: E falem dois ou três profetas, e os outros julguem. 1 Co 14:29. Precisamos julgar as profecias, segundo a Palavra do Senhor! Queridos irmãos, não podemos seguir nossas vidas segundo profecias! Precisamos viver segundo a Palavra!
Por fim, precisamos entender a finalidade da profecia. A profecia tem 3 finalidades: Edificação, Exortação e Consolação: Mas o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e consolação. 1 Co 14:3
Queridos irmãos, em nome de Jesus, não corram atrás de profetas! Se Deus quiser falar com você, Ele falará! Seja por meio da Bíblia, seja por meio de sonhos, seja por meio de visões, seja por meio de uma pregação! E se Ele quiser falar com você por meio de um profeta, Ele enviará um profeta até a sua casa ou onde você estiver, porque Ele é Deus Todo-Poderoso. Não viva correndo atrás de “profetadas”, ouvindo “recados” segundo a carne. Viva a Palavra do Senhor. Não queira ajudar Deus a ser Deus. Viva segundo as Escrituras; julgue as profecias, segundo a Palavra, independentemente do profeta; e se a profecia for de Deus, ela se cumprirá.
“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”. Gl 1:8
Grande Abraço,
Hélio Roberto.
Twitter: @heliorsousa