quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Necessidade de Conviver

“Aquele que vive isolado busca seu próprio desejo; insurge-se contra a verdadeira sabedoria.” Provérbios 18:1

Em tempos de egoísmo extremo, vemos que o “Eu” está a sobrepor o “Nós” ou o “Você”.

Algumas pessoas simplesmente se isolam do mundo. É bem verdade que Cristo nos afirmou que não somos desse mundo: “Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. João 17:18”, mas isso não quer dizer que devemos nos isolar daqueles que nos cercam; ao contrário, devemos nos aproximar das pessoas cada vez mais em amor, buscando entendê-las e conviver com empatia, e não com simpatia.

Simpatia quer dizer ser gentil, ser educado. Já a empatia quer dizer, literalmente, colocar-se no lugar de outra pessoa, sentir as suas dores, gozar de suas alegrias; ou seja, é compartilhar sentimentos e emoções. O teólogo Leonardo Boff, expoente da Teologia da libertação no Brasil, disse certa vez que todo ponto de vista é a vista de um ponto; ou seja, o seu ponto de vista é a vista do ponto no qual você se encontra, uma vez que o ponto de vista de outra pessoa é a vista do ponto no qual ela se encontra. Contudo, conviver com empatia significa ir para o ponto no qual a outra pessoa se encontra, para, assim, conhecer e entender a vista – visão – que ela tem sobre determinado fato.

O versículo-chave supracitado (Provérbios 18:1) nos ensina que se isolar dos outros está em desacordo com a verdadeira sabedoria, ou seja, está em desacordo com a sabedoria divina. Cristo viveu em comunidade. Estava sempre cercado de alguém, distribuindo Sua palavra de conforto e verdade, bem como seu eterno amor.

Quando temos uma complexa engrenagem, ao tirarmos a menor catraca que seja, todo o conjunto pára de funcionar! De igual modo, é mais fácil rasgar uma folha de papel que um grosso livro, pois esta folha está sozinha, enquanto a união de todas as folhas dificulta o seu rompimento.

É interessante como os porcos-espinhos sobrevivem ao frio do inverno. Eles se aproximam instintivamente, pois o calor de seus corpos aquece uns aos outros naquele gélido inverno.  Contudo, eles acabam por se machucarem. Aqueles afiados espinhos, à medida que se aproximam, furam aquele que está em sua circunvizinhança. Mas eles não se afastam mesmo com toda a dor dos espinhos... Por quê? Porque aquela dor faz parte do processo de aquecimento. Se eles se afastarem, morrerão de frio! Ora, todos nós também temos defeitos e condutas particulares, e devemos aprender a conviver, utilizando-se do amor de Deus, com os espinhos dos outros. Talvez aquela pessoa que esteja te machucando com seu “espinho” seja a mesma pessoa que está te aquecendo, livrando-te do frio!

Na Igreja primitiva, os apóstolos se reuniam unanimemente. Reuniam-se com amor e alegria: Todos estes perseveravam unanimemente em oração, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele” Atos 1:14

Nós devemos entender que precisamos uns dos outros, e que podemos ser úteis a outras pessoas! Que temos qualidades e que devemos compartilhá-las. Ao nos isolarmos, talvez estejamos privando dos outros o melhor de nós!

Paulo nos ensina que a Igreja é o corpo de Cristo: “Agora me regozijo no meio dos meus sofrimentos por vós, e cumpro na minha carne o que resta das aflições de Cristo, por amor do seu corpo, que é a Igreja; Colossenses 1:24”. Ora, o que é um corpo? Corpo se resume em um conjunto de membros interdependentes. E assim somos nós, um conjunto de pessoas (membros), como Igreja de Cristo, interdependentes; ou seja, dependentes uns dos outros!

Que você tenha um excelente dia, compartilhando sua companhia, seu cuidado e o seu amor, proveniente de Deus, com aqueles que o cercam, na certeza de que como membros, precisamos nos unir uns com os outros para formar o maravilhoso e mais forte corpo que existe: o corpo de Cristo!

Grande abraço,

Hélio Roberto.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Medida do Julgamento


“Portanto, és inescusável, ó homem, qualquer que sejas, quando julgas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas o outro; pois tu que julgas, praticas o mesmo.” Romanos 2.1

Em uma realidade em que sempre o que pensamos, ou melhor, sempre o que nos favorece de algum modo (financeiramente, moralmente, culturalmente, etc) é o correto, o julgamento tem se tornando conduta recorrente.

Precisamos entender que não temos o atributo divino da onisciência (saber todas as coisas), para, de algum modo, olhando apenas aquilo que nos está à vista, julgarmos determinado fato ou pessoa.

Como é difícil não julgar ninguém! Mesmo sem perceber, recorrentemente, estamos a julgar outrem.

E o mais sério no ato de julgar é que seremos julgados na mesma medida em que julgamos! Digo que o julgamento, geralmente, é precedido pelo preconceito, ou seja, conceito prévio de algo ou de alguém. Se algo não está em nossa lista de valores – morais, éticos ou sociais – de imediato taxamos (julgamos) como errado.

Precisamos ser mais humildes e entender que não somos em nada melhores que os outros para, de algum modo, estarmos nos sentindo no direito de julgarmos quem quer que seja. Precisamos entender que somos pó! Porquanto és pó, e ao pó tornarás. Gênesis 3: 19b”. Que nossa limitada mente não pode penetrar no coração de outra pessoa para, verdadeiramente, entender o que ela possa estar passando naquele momento.

Um velho ditado diz o seguinte: “Enquanto apontamos o dedo para alguém, outros três dedos apontam para nós”. Não tem jeito! Ao julgarmos alguém, estamos julgando a nós mesmos!

É partir de um ato de vontade própria, policiando-se, e com o auxílio Deus, que conseguimos vencer essa barreira tão desastrosa e que nos torna cada vez mais soberbos, qual seja a rotineira atitude de julgar; e a Palavra de Deus ensina que “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. Provérbios 16.18”.

Afinal, todos nós temos defeitos. Todos nós, sem exceção, erramos. Então o que nos dá o direito de simplesmente nos acharmos melhores que os outros?

Na verdade, quando nos dispomos a julgar outra pessoa, significa que nossa visão está deturpada por nossos próprios erros, o que nos faz pensar que podemos estar a observar minuciosamente a vida de alguém e tomar juízos de valores.

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. (...) Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão. Mateus 7: 1,2, 5)”.

Que nosso Senhor possa nos dar discernimento e pureza de coração, de modo que possamos realmente ver que não somos dignos de julgar ninguém! Que somente Deus sabe todas as coisas, e somente Ele é digno de qualquer julgamento; devendo nós nos resguardarmos de quaisquer armadilhas nesse sentido, para que sempre possamos olhar com bons olhos aquilo que nos rodeia, uma vez que, se algo ao nosso redor estiver tentando nos afligir, o Senhor nos mostrará e livrará; mas isso deve vir de Deus, e não de nós.

Que você tenha um excelente dia na presença do Senhor, e que possamos buscar verdadeiramente não julgar nossos irmãos, e sim tentar ajudá-los de todo coração, seguindo o que o Senhor Jesus nos ensina: “Então, erguendo-se Jesus e não vendo ninguém senão a mulher, perguntou-lhe: mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais. João 8: 10,11”

Grande abraço,

Hélio Roberto.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A Verdade que Liberta

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8.32

Desde o início da raça humana, pelos confins do mundo, diversas foram as formas de se encontrar respostas aos questionamentos do homem. Questionamentos de toda natureza. Com isso, diversas foram as religiões* que surgiram no decorrer desses questionamentos.

Da grande diversidade de religiões existentes nos tempos atuais, vê-se que o homem, por vezes, fica como um barco à deriva, sem rumo e sem direção, a mercê de quaisquer ventos.

Do ponto de vista da ciência, quando o homem deseja saber se algo é certo ou errado, ele vai para o experimento, ou seja, ele vai reproduzir determinado fenômeno em laboratório. Já quando se fala em Deus, na teologia, devemos recorrer ao instrumento da verdade absoluta, ou seja, à Bíblia. Embora hajam diversas obras teológicas e filosóficas tentando explicar a essência de Deus, é somente no livro da verdade – Bíblia Sagrada – que se pode realmente entender e aprender sobre Deus.

Jesus Cristo disse que conhecendo a verdade, seremos libertos! Isso porque estaremos desamarrados (libertos) de sofismas e falácias impostas por pessoas persuasivas e com interesses próprios e obscuros.

Não devemos ser como marionetes! Temos o instrumento da verdade nas mãos. Ele será o divisor de águas em nossas vidas. Devemos checar se o que está sendo dito por sacerdotes realmente está de acordo com o que está escrito.

Sinceramente, me preocupa a quantidade de pessoas que tomam por verdade absoluta aquilo que outras falam sem checar a “literatura”, sem checar a verdade. Quantos são enganados? Quantos são manipulados? Não podemos fazer parte desse rol de pessoas! Precisamos conhecer, de fato, nosso manual de vida – A Bíblia – e segui-lo não porque alguém falou que tinha que ser de determinada forma, mas sim porque nós mesmos vimos que aquela atitude está de pleno acordo com a vontade maravilhosa de Deus!

Imaginemos se não tivéssemos a Bíblia. Onde iríamos achar refúgio? Onde encontraríamos as resposta para nossas dúvidas existenciais, psicológicas, espirituais e emocionais? Deus nos ama tanto que nos deu um manual de vida! Para ser vivido de pleno coração, discernindo a vontade de Deus! Para termos uma vida sem fardos pesados, sem peso, sem imposição, mas por prazer! “Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11.30”

Devemos viver os preceitos bíblicos por amor! Por prazer! Por satisfação! Por alegria! A vontade de Deus não foi, não é e nunca será um fardo pesado. A vontade de Deus é perfeita e agradável.

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12.2”

Meu caro amigo, seja crítico. Crítico no sentido de verificador. Confira tudo com o livro da verdade. Somente assim você poderá ser verdadeiramente liberto! Liberto em Cristo! O salmista escreveu: “lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. Salmo 119.105” Isso nos mostra que é na palavra de Deus que teremos o nosso caminho verdadeiramente iluminado.

Quando não somos libertos, somos escravos! Não há meio termo. O oposto de liberdade é escravidão! O teólogo americano Warren W. Wiersbe disse que “a pior escravidão é aquela em que o cativo não reconhece sua situação. Pensa ser livre, quando na verdade, é escravo.” Os fariseus pensavam ser livres, mas estavam a serviço do pecado. A liberdade dita por Cristo é a liberdade espiritual.

A quem você efetivamente tem obedecido? Você conhece consistentemente a verdade? Ou acha que conhece porque ouviu alguém falar?

Se você conhece porque ouviu alguém falar, saiba que eu não deixaria algo tão importante e maravilhoso escapar por entre meus dedos!

Que você tenha um excelente dia, na reflexão de que somente seremos verdadeiramente livres quando conhecermos efetivamente a verdade. E essa verdade se chama Jesus Cristo!

P.S.: * A palavra Religião deriva do termo latino "Re-Ligare", ou seja, religar o homem a Deus.
Grande abraço,

Hélio Roberto.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Em Busca de Um Milagre


“Ao romper do dia saiu, e foi a um lugar deserto; e as multidões procuravam-no e, vindo a ele, queriam detê-lo, para que não se ausentasse delas. Ele, porém, disse-lhes: É necessário que também às outras cidades eu anuncie o evangelho do reino de Deus; porque para isso é que fui enviado.” Lucas 4.42,43

Em um primeiro momento podemos estranhar a atitude de Cristo em se ausentar das pessoas que queriam insistentemente estar em Sua presença. Entretanto, há uma revelação de grande monta nessa passagem bíblica.

Essas multidões queriam, na verdade, continuar na presença de Jesus em virtude dos grandes milagres que Ele operou: pela cura de diversas doenças que apareciam, bem como pela libertação daqueles que o buscavam: “Ao romper do sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças lhos traziam; e ele punha as mãos sobre cada um deles e os curava. Lucas 4.40”.

Cristo tem poder e autoridade para curar cada uma de nossas doenças, seja ela física, emocional, psicológica ou espiritual. Cristo tem poder para fazer aquilo que todos simplesmente podem declarar com impossível, pois para Deus o impossível, categoricamente, não existe!

Contudo, Jesus não ficou! Por quê? Por que Cristo se ausentou daquelas multidões?

Com uma simples afirmação podemos responder a estes questionamentos: todos aqueles que foram curados à época de Cristo, um dia morreram!

A principal cura de Jesus Cristo é a espiritual! E esta, sem dúvida é a mais importante. Jesus optou em levar o evangelho a outras pessoas porque Ele sabia que somente com evangelho é que a eterna cura seria derramada sobre os homens! Somente com evangelho é que estaríamos verdadeiramente libertos! Somente com o evangelho é que conheceríamos a Deus, a ponte de termos intimidade com Ele!

Jesus optou em nos presentear com a cura eterna, cura essa que nem a morte pode nos arrancar! “Porque, se pela ofensa de um só, a morte veio a reinar por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Romanos 5.17”.

Cristo, em Sua perfeita sabedoria, sabia o que realmente aquele povo precisava. Eles precisavam conhecer a Deus (Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem a Pai senão por mim. João 14.6); precisavam se reconciliar com Deus (E não somente isso, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora temos recebido a reconciliação. Romanos 5.11); precisavam ver a Deus (E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou. João 12.45).

Qual tem sido o seu relacionamento com Deus? Qual têm sido as suas intenções para com Deus? Você tem procurado um milagre imediato, ou você tem buscado o milagre maior de estar constantemente ouvindo a voz de Deus? De ter plena convicção de que o Espírito Santo de Deus está com você em cada milésimo de segundo de sua vida?

Que você tenha um excelente dia, sabendo que o que Deus tem nos guardado não pode sequer ser imaginado por qualquer ser humano, quão grande é seu magnífico amor! Basta apenas você querer e se render, verdadeiramente, aos pés de Cristo, buscando o melhor que Ele tem nos reservado: a plenitude de uma vida íntima com Deus, recebendo milagres no presente sim, mas sentindo em nossas entranhas, diariamente, a sobremaneira presença do Deus Todo-Poderoso.

“Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. 1 Coríntios 2.9”

Busque isso! E conheça a Deus como um filho conhece a seu Pai: com íntimo relacionamento.

Grande abraço,

Hélio Roberto.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Unanimidade


“E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração,” Atos 2.46

Em dias tão tortuosos, a unanimidade do povo de Deus é um esteio à Igreja de Cristo. Vê-se que a unanimidade e a unidade têm sustentado muitos cristãos na iminência de caírem.

Os cristãos da Igreja primitiva não se contentavam em se encontrarem uma vez por semana em uma espécie de “culto habitual”. Eles se encontravam diariamente; cuidavam uns dos outros diariamente; examinavam as Escrituras diariamente (Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim. Atos 17.11); e cresciam em número diariamente (De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número. Atos 16.5).

Não basta aos cristãos ter fé apenas no Senhor, precisam ter fé uns nos outros. "Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque. Gálatas 3.28".

Certa vez, o pregador inglês Rowland Hill disse o seguinte: “Não desejo que os muros de separação entre as diferentes ordens e denominações cristãs sejam derrubados, mas que sejam reduzidos o suficiente para que nos cumprimentemos com mais facilidade por sobre eles.”

Vê-se que o poder de Deus era tão presente na vida daqueles homens, que eles tinham prazer em se encontrar, estudar e falar sobre esse Deus tão maravilhoso que haviam verdadeiramente conhecido.

É dessa unanimidade que precisamos nos dias atuais. Precisamos nos preocupar mais uns com os outros. Em tempos de individualismo e egoísmo, estamos freneticamente obstinados a somar riquezas, que acabamos por esquecer daqueles que nos cercam. E não há “assunto” melhor para nos aproximar que a adoração ao Senhor! Quando emparelhamos nossos escudos e decidimos agir, quando decidimos fazer a diferença unanimemente, juntos crescemos espiritualmente, na certeza de que temos irmãos para contarmos no momento da tribulação, mutuamente se ajudando e um levantando o outro; e o Senhor levantando a todos!

Não podemos nos contentar em sermos cristãos apenas aos domingos!

Fanatismo! Essa seria a resposta de alguns que somente buscam a Deus como uma espécie de desencargo de consciência. Buscam a Deus apenas no domingo pra mostrar para os outros que são pessoas religiosas. O nome disse, ao meu ver, é enganação! E não se pode enganar a Deus.

Precisamos estar em constante contato, diálogo e intimidade com Deus. Não se conversa com Deus apenas na Igreja. Conversa-se com Deus a todo instante; a toda hora Deus está pronto para nos ouvir e nos ajudar!

Qual tem sido o seu cuidado com o seu próximo? Como tem sido o seu relacionamento com o seu irmão? Você o cumprimenta apenas aos domingos? Ou você se preocupa com ele, com o cuidado que um verdadeiro irmão tem?

Que nós possamos ser unânimes em Cristo, assim como os cristãos da Igreja primitiva, de modo que o termo “irmão” corresponda verdadeiramente ao relacionamento que vivemos uns com os outros.

“Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Gálatas 5.14”

Tenha um excelente dia!

Grande abraço,

Hélio Roberto.